domingo, 8 de março de 2009

Por tudo

A distância sempre me têm sido o problema
quando estava perto, nunca estava lá
quando estava longe, queria estar

Nunca foi suficiente apenas que eu me fosse,
por isso tanto me atraía a idéia de viajar.
e por mais poeta que fosse,
sempre a vontade de inovar.

Você me disse que eu ja era,
que eu não seria de futuro comum.
E eu achei que estivesse me dizendo
que abandonasse a poesia.

Quanto mais vivo de poesia,
mais quero viver dela.
Quanto mais morro de amor,
mais quero viver dela.

E sem fim, assim de um mudo um tão distante
que fosse areia a pedra do meu sonho.
Em sonos tão macabros que à noite
me tem feito de fim de dia o início

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