Não temo à noite, frio, nem fome,
Mas sim desejo a carne crua
que minha, queime dissonante.
Sabes bem que a existência que tenho
limita-se a, veja só, ter te amado.
E agora derramo em mim a pálida desgraça
do que me tenho tornado (sem você), um desgraçado.
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